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Cuiabá (MT), 15 de outubro de 2018 - 11:51

Notícias

01/10/2018 18:35

Trabalhadores da UFMT farão Dia de Luta nesta quarta-feira (03)

Os trabalhadores da UFMT devem realizar um dia de luta na próxima quarta-feira (03.10). O objetivo é conscientizar a comunidade universitária sobre os atuais ataques aos direitos trabalhistas, como eles podem atingir a todos, independentemente das posições partidárias. Os técnicos administrativos devem fazer uma assembleia de análise de conjuntura às 14 horas na frente da Reitoria da UFMT, sendo que às 15h30 terão uma reunião com a reitora onde vão cobrar a imediata assinatura das portarias que implantam a Jornada Contínua em vários setores do campus. 

“A avaliação que fizemos na assembleia desta segunda-feira foi sobre a necessidade de acumular forças e preparar para os combates que advém. Teremos lutas muito importantes logo após as eleições. O ilegítimo governo Michel Temer fala em pautar novamente a reforma da previdência e uma série de ataques aos diretos dos trabalhadores estão pautados no Congresso Nacional. Precisamos estar prontos para estes momentos que se aproximam. O momento é para fazer trabalho de base, explicação e mobilização”, destacou o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores da UFMT, Fábio Ramirez. 

Ele detalhou que internamente o ponto principal da luta é a efetiva implantação da Jornada Contínua. “Já aprovamos a resolução que regulamentou a jornada. Os setores montaram os processos que inclusive já foram deferidos pela comissão de implantação. Ao todo são 13 processos que aguardam a assinatura da reitora. Vamos cobrar essa assinatura”. 

A direção do sindicato ainda deverá montar panfletos orientativos para distribuir no campus. Conforme deliberação da assembleia geral realizada nesta segunda-feira (01), o material deverá apontar ataques como a Instrução Normativa nº 02/MPOG, que trata de banco de horas e ponto eletrônico. Outro assunto será o Decreto 9498/2018, que tira da universidade a concessão e manutenção das aposentadorias e pensões do Regime próprio de previdência. Soma-se ainda a luta contra a EC 95, que congela os investimentos no setor público; a lei de terceirizações; o decreto 9262; que extingue mais de 60 mil cargos; a portaria 193; que desvincula os servidores da universidade possibilitando a remoção sem a intenção do trabalhador; assim como a luta por reajuste salariam e pela data base.


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