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Cuiabá (MT), 26 de agosto de 2019 - 05:59

Notícias

21/03/2019 18:25

INFORME NUMERO 01 – COMANDO DE GREVE HUJM

O Comando de Mobilização de Greve dos Trabalhadores Técnico-Administrativos do HUJM, reunidos com a Reitora, nessa data (21 de março/2019)  tem a informar:

  1. A reunião contou com a presença da Reitora, do Vice-Reitor, da Diretora da EBSERH Elisabeth, da Gerente Valéria.  O Comando foi representado por Léia, Bernadete, Marillim, Valdelice, Daniela, Francine, Edson, Claudiane, Juliane, Cláudia, Maria Amélia, Claudiane, Lidiane, Rosimeire.    
  2. A representação do Comando, argumentou junto a Reitora, que a categoria aprovou a data do dia 22 para deflagração da Greve em função de:
  3. Interrupção unilateral dos trabalhos, pela direção da EBSERH, da Comissão instituída pela reitoria para construção de Portaria que definisse a metodologia da elaboração da escala de jornada flexibilizada de 30 horas semanais.
  4. Falta de respostas ao sindicato quanto essa ação, mesmo com indicativo de greve construído para ser deliberado em Assembléia, demonstrando um descaso com a luta dos trabalhadores do HUJM, bem como com a qualidade da assistência do HUJM.
  5. Foram apresentados todos argumentos que originaram a jornada  flexibilizada no HUJM, destacando o seu aspecto legal, a complexidade e natureza do HUJM que exige atividades contínuas e ininterruptas.  Também apelamos para a sensibilidade e humanidade da gestão, vez que está tratando com gente e não com máquinas.

Enfim, apresentamos todos argumentos, constantes de nossos documentos, bem como reforçando que desde 2010 o Sindicato tem cobrado auditoria na forma de concessão dos APH, e que a gestão, por motivo que desconhecemos nada fêz, ao contrário, continuou incluindo nas escalas o APH, desconsiderando a posição deliberada em Assembléia do Sindicato, de que não queríamos fazer APH, caso o mesmo fosse irregular. Na ocasião fizemos várias denúncias e nada foi investigado, e que não aceitávamos colocar sob a responsabilidade dos trabalhadores do RJU a “ilegalidade” do APH, vez que, há tempo, já deveria ter identificado as irregularidades e corrigido.

Alertamos ainda pela continuidade de irregularidades na forma de concessão das folgas normais e ficta dos trabalhadores da EBSERH, e que até a presente nada foi encaminhado. Ressaltamos a falta de critério para transferir servidores de uma unidade para outra sem considerar a sua falta de “capacitação” para o desenvolvimento de outra tarefa, vez que no HUJM existem áreas especializadas, cujos trabalhadores foram capacitados para desenvolverem o trabalho com eficiência.

Por fim apresentamos a proposta da Assembléia Geral, apelando ao bom senso da gestão, na pessoa da Magnífica Reitora de que suspendesse a Portaria e restabelecesse o processo democrático de negociação, interrompido unilateralmente pela EBSERH, e de que não abandonasse os trabalhadores RJU. Que fosse estipulado um prazo para elaboração de escalas, onde pudéssemos demonstrar que é possível as 30hs sem APH.  Que fosse feito um trabalho sério e urgente de redimensionamento de pessoal e de serviços no HUJM, vez que tem unidade onde existem apenas chefes e que poderiam ser condensadas com outras similares otimizando os serviços. Que fosse levantado o número excessivo de trabalhadores da assistência em cargos de chefias, e não entram na escala.

Denunciámos ainda a falta de respeito de algumas chefias da EBSERH no trato com os trabalhadores RJU.  E que iríamos disponibilizar material afim de cobrar essas posturas anti-éticas, no trato da coisa pública.

A administração contra argumentou recolocando os argumentos apresentados na reunião do CONSUNI. Disse que a decisão foi em função de determinação do Ministério Público (até o momento não tivemos acesso), e disse que estava disposta a trabalhar escalas alternativas, desde que fosse suspenso a Greve. Nós reafirmamos que poderíamos suspender a Greve, após posição tomada em nova Assembléia, desde que a administração desse um sinal para o resgate da confiabilidade suspensa pelo ato unilateral da direção da EBSERH.  E esse sinal seria a suspensão da Portaria, até que fossem terminadas as construção das escalas de 30 h (sem APH) e das 36 (EBSERH).

Mesmo com várias intervenções, apelando para a construção dessa mediação com essa proposta alternativa, a reitoria não aceitou e a reunião foi terminada.

Diante do exposto o Comando de Mobilização de Greve orienta:

  • Amanhã (22 de março), as 06h30 todos em frente do HUJM para o Ato Público e informação aos usuários da nossa Greve;
  • Procurar o Ministério Público Federal informando os motivos da Greve e pedindo mediação;
  • Que não seja feito mais APH a partir dessa data (22 de março de 2019). Aqueles trabalhadores que estavam escalados para APH, devem pedir formalmente que retirem seus nomes das escalas, devido a Greve e por motivos particulares e legais.  Não podemos compactuar com ações ilegais da gestão do HUJM, pois se eles colocam os trabalhadores com APH, como gestores devem responder por esse ato “ilegal”.
  • Fazer Escalas de Greve com 30% da manutenção das atividades (a força de trabalho da EBSERH tem a sua escala normal).
  • Ingressar ação no MPF solicitando apuração das irregularidades nas concessões de APH e das modalidades de Folgas dos CLT e demais irregularidades identificadas em contratos com empresas terceirizadas.
  • Pautar no CONSUNI debate sobre a situação do HUJM desde a adesão a EBSERH, PAD do Superintendente Eleito prof. Hildevaldo Fortes e Greve.

Cuiabá, 21 de março de 2019

 

Força na Luta

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Comando de Greve HUJM


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