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Cuiabá (MT), 20 de junho de 2019 - 05:11

Notícias

28/05/2019 08:00

Trabalhadores da UFMT paralisam atividades no dia 30 de maio para participarem de atos em defesa da educação pública

Os trabalhadores da UFMT aprovaram por unanimidade paralisarem suas atividades nesta quinta-feira (30.05). Eles irão participar do 2º Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação, uma ação convocada pelas centrais sindicais e movimentos estudantis de todo o país em resposta aos cortes feitos pelo Governo Federal nos orçamentos da educação, em especial no da educação superior.

Em Cuiabá, o ato será realizado na Praça Alencastro às 14 horas, porém a concentração na UFMT terá início às 11 horas no Restaurante Universitário. “Este será um momento para técnicos administrativos, professores e estudantes construírem cartazes juntos, de alinhamento de ideias. Vamos sair em carreata às 13h30 em direção ao centro da capital para somar a voz da UFMT nessa luta em defesa da educação pública”, destacou a coordenadora geral do Sintuf, Luzia Melo.

Pelas informações apuradas pelo sindicato, a UFMT recebeu apenas 40% dos recursos previstos desde janeiro de 2019, o que contribuiu para uma situação de atraso generalizado no pagamento dos serviços terceirizados, deixando centenas de trabalhadores da UFMT sem salários e benefícios em dias como vale-alimentação. Situação que prossegue e ameaça a UFMT de um colapso total, suspendendo parte dos serviços essenciais como limpeza. A administração “paga o mês de uma prestadora para atrasar o outro mês de outra prestadora”, segundo informação do pró-reitor administrativo Bruno César Moraes.

“Bolsonaro é um governo odiado por grandes parcelas das massas trabalhadoras. Um sentimento que cresce a cada dia. Segundo o Ibope, Bolsonaro perde o apoio de 1 a cada 3 de seus eleitores com renda de até 2 salários mínimos. A pesquisa diz que cresce a parcela de seu eleitorado que o abandona. O DataFolha registrou que somente 32% da população apoiam o governo. O governo tem o apoio de 35% da população, quando 31% classificam o governo apenas como regular e 27% como péssimo. É a pior aprovação da história de um presidente em primeiro mandado! Nem Collor conseguiu tamanha rejeição”, pontuou  o também coordenador geral do Sintuf, Fabio Ramirez.

Matéria Daniel Dino

Assessoria Sintuf-MT


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